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Responsivo, de novo…

Olá gente,

Uma das problemáticas recorrentes no #awwwardsBCN vem sendo o termo responsivo. Já foram algumas palestras focadas no tema porque simplesmente é o desafio do momento. Como tornar a navegação plenamente funcional em tantos tipos de dispositivos e navegadores utilizados atualmente? O número é crescente e as formas de desenvolver prevendo ao máximo as possibilidades de interação com o usuário também precisam acompanhar esse crescimento.

Além de tantos tipos de navegadores, ainda há variações entre cada um deles, há também variações no tamanho da tela dos dispositivos. Imagine se tivéssemos que desenvolver pensando em todas essas possibilidades, seria por demais complexo e exaustivo.

O ideal seria desenvolver de forma responsiva antecipando as quebras de layout no decorrer do desenvolvimento. É nessas quebras de layout que deve-se forcar a atenção e trabalhar sobre elas. Um bom projeto responsivo é flexível a tal ponto que sua adaptação ao molde do usuário é suave.A grid deve ser utilizada de modo a facilitar o desenvolvimento durante à construção do protótipo.

“O conteúdo é como à água.
Você coloca água no copo, ela se torna o copo.
Você coloca água na garrafa, ela se torna a garrafa.”

Um dos palestrantes, Paul Bakaus @pbakaus, fez uma analogia interessante associando o conteúdo responsivo com a metáfora de Bruce Lee sobre ‘Ser água’. Da mesma forma como a água se adapta ao recipiente, o conteúdo também deve se adaptar ao recipiente. Essa qualidade de desenvolvimento deve ser aperfeiçoada nas primeiras etapas do projeto, principalmente no protótipo, em que se pode prever como os elementos deveriam se comportar. Entretanto nos deparamos com outra problemática…

Ainda há muito para aperfeiçoar em relação à forma como desenvolvemos. Mas principalmente a forma como nos relacionamentos com nossos clientes, relacionamentos de proximidade geram projetos mais concretos. Vocês bem devem saber que em grande parte dos casos, nossos clientes não fazem ideia do trabalho que envolve desenvolver um site responsivo… pensam ingenuamente que é apenas dar uns cliques aqui e ali que a mágica simplesmente acontece. Talvez pelo fato de que para o cliente não importa como e o que você vai fazer, contanto que esteja funcionando segundo o esperado. Será que vale a pena mesmo empregar tempo e energia exercendo uma reciclagem de ideias na mente dos clientes se para eles o que importa é ver as coisas funcionando no final?

O fato é que nossos relacionamentos com nossos clientes necessitam evoluir da mesma forma como evoluímos profissionalmente e refinamos nossos métodos de desenvolvimento, do contrário continuaremos produzindo as mesmas coisas dentro da nossa zona de conforto.

Os melhores trabalhos te fazem morrer de medo, porque significa que você está fora da sua zona de conforto criando coisas que nunca pensou em criar antes.

Obrigado e convido você a compartilhar seus comentários sobre o tema!


Hello people,

One of the recurring subjects in #awwwardsBCN has been responsive design. There have been some talks focused on the theme because it is simply the challenge of the moment. How to make a fully functional navigation for so many types of devices and browsers currently used? The number is growing and how to develop predicting the most of the possibilities of interaction with the user must also accompany this growth.

In many types of browsers, there are still variations between each of them, there are variations in size of the display device. Imagine if we had to develop thinking of all these possibilities, it would be too complex and exhaustive.

Ideally we should anticipate layout breaks during development early stages. It is in these layout breaks that we should focus the attention and work on them. A good responsive design is flexible to the point that its adaptation to user’s template is both smooth and simple. A grid should be used to facilitate the development during the construction of the prototype.

“Content is like water.
You put water into a cup, it becomes the cup.
You put water into a bottle, it becomes the bottle. “

One of the speakers, Paul Bakaus @pbakaus, made an interesting analogy involving the responsive content with Bruce Lee’s metaphor of ‘Being Water’. In the same way as water is adapted to its container, so should content adapt itself to the container. This quality of development should be improved in the early stages of the project, mainly in the prototype, in which one can predict how the elements should behave. However we are facing another problem…

There is still much to improve in terms of how we develop. But mostly the way in relationships with our customers, proximity relationships generate more concrete projects. You must know that in most cases, our clients have no idea about the work that involves developing a responsive site … they naively think that it’s just to click a few times here and there that the magic just happens. Maybe the fact that for the customer no matter how and what you will do, provided it is operating according to the expected. Is it worth even spend time and energy exerting a recycling of ideas in the minds of customers as for them what matters is to see things working properly in the end?

The fact is that our relationships with our customers need to evolve just as professionally evolved and refined our methods of development become, otherwise we will continue producing the same things within our comfort zone.
The best works make you feel scared as shit, because it means that you are out of your comfort zone creating things that you ever thought about creating before.

Thank you and I invite to share your thoughts regarding this theme.

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